Dura vida de pesquisador

Dizem as regras da boa pesquisa que, para realmente entender seus entrevistados, você precisa conseguir se colocar no lugar dele, empatizar com ele. Ou seja, ajuda se você se comportar como ele, agir como ele, de forma a entender o que ele está pensando. Ontem à noite nos encontramos com um grupo de estudantes universitários. Como precisávamos empatizar com eles, não tivemos outra saída: enchemos a cara junto com a rapaziada.

Agora 9 da manhã, ressaca desgracenta, e a primeira entrevista do dia é daqui a uns minutinhos. Quem disse que fazer pesquisa ia ser fácil?

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4 Responses to Dura vida de pesquisador

  1. Barbara Axt disse:

    Que inveja. De tudo 🙂

  2. Barbara Axt disse:

    Que inveja. De tudo 🙂
    (ate da ressaca. Ressaca “a trabalho” dah todo um ar dramatico para a coisa, ne?)

  3. Biba disse:

    Ixi! Beijo.

  4. Mariana (ufscquiana) disse:

    Legal descobrir que todos têm parafusos soltos! E mais legal ainda é ver que um papo sobre a falta destes parafusos pode ser bem interessante! =) Boa sorte, garotos e garota!

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